A Feira de Economia Popular e Solidária de João Monlevade realiza nesta sexta-feira (30), a partir das 18h, a segunda edição da Discoteca dos Anos 60, 70 e 80. O evento, promovido pela Solidariarte, acontece no Centro Público de Economia Popular e Solidária.

Retorno após primeira edição

A primeira edição foi realizada na última sexta-feira (23). Segundo a organização, a nova data atende a pedidos do público que participou da festa e que, de acordo com a Solidariarte, transformou o espaço em um ambiente de confraternização e valorização da cultura.

Convite para caracterização

Nesta edição, os organizadores incentivam os visitantes a comparecerem com roupas e acessórios inspirados nas décadas de 1960, 1970 e 1980. Entre as sugestões estão calças boca de sino, vestidos rodados, estampas coloridas, franjas, brilhos e óculos retrô.

A programação musical é composta por sucessos que marcaram essas décadas. Segundo a organização, a iniciativa também busca fortalecer a feira como espaço de convivência, lazer e valorização das manifestações culturais.

Roda de Samba Social no sábado

No sábado (31), a partir do meio-dia, a feira recebe a Roda de Samba Social, atividade que, conforme a organização, reunirá música, cultura, convivência e solidariedade.

Produtos à venda

Durante os eventos, os visitantes poderão conhecer e comprar produtos comercializados por empreendedores da economia popular e solidária, como artesanato, bolos, doces, quitandas, produtos da agricultura familiar e opções gastronômicas variadas.

Feira passou a funcionar de forma permanente

A Feira de Economia Popular e Solidária passou a funcionar de forma permanente, com atividades às sextas-feiras, das 16h às 22h, e aos sábados, das 7h às 15h.

De acordo com a organização, a mudança amplia as oportunidades de comercialização dos produtos, de geração de renda e de fortalecimento dos pequenos empreendimentos, além de oferecer à população um espaço regular de encontro, cultura e lazer.

A Feira EPS é uma realização da Solidariarte, com apoio da Prefeitura de João Monlevade e da Fundação Casa de Cultura.