Crítica

O presidente do Legislativo, Fernando Linhares (Podemos), fez duras críticas à decisão da Prefeitura de não adotar a gratuidade na Cavalgada, como ele propôs em requerimento. Durante pronunciamento, ele afirmou ter sido informado de que a proposta enfrentou resistência sob a justificativa de possíveis problemas de superlotação e segurança. Linhares destacou sua experiência profissional como policial civil e disse que poderia ter contribuído na construção de alternativas para viabilizar a medida.

Tom

O presidente da Câmara subiu o tom ao criticar que uma área, no bairro JK, poderia ser usada para o evento. “Se aceitar uma idiotice dessa é um tapa na cara da sociedade”, declarou. Sarcástico, ele ainda chamou os responsáveis de “Albert Einstein” pela possibilidade.

Governo e Câmara

Governo e Câmara precisam alinhar sinergias. A história ensina que Executivo e Legislativo são independentes, mas deveriam trabalhar em harmonia, pelo bem da cidade. Essa, inclusive, é uma filosofia do prefeito Laércio Ribeiro (PT). E como ficará a relação daqui para a frente?

Estacionamento

O vereador Zuza Veloso (Avante) protocolou um requerimento para pedir informações ao Executivo sobre as áreas para estacionamento de caminhões e carretas em João Monlevade. O parlamentar, que fez carreira trabalhando com reboque de veículos, já abordou a necessidade de ampliar as vagas de estacionamento para veículos pesados. A mobilidade urbana é um problema antigo e crescente, uma “bomba-relógio” que ninguém demonstra querer desarmar.

Ensino

O deputado Tito Torres (PSD) anunciou que a Universidade do Estado de Minas Gerais (Uemg) aprovou o curso de Direito em João Monlevade. Ao mesmo tempo, sobem no parque do Areão as paredes do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), que já usa as antigas instalações da Escola Estadual Dona Jenny Faria. Dois feitos educacionais, advindos de lados bastantes distintos do espectro político e ideológico. Mas o ganho é para João Monlevade e isso é o mais importante.