Mauri

O experiente Mauri Torres já assume a possibilidade real de se candidatar a deputado estadual em 2026. Mas fica uma pergunta: Depois de exercer seis mandatos, presidir a Assembleia por duas vezes, chegar ao Tribunal de Contas e também presidir o órgão, por que Mauri, aos 74 anos, está de volta a uma disputa eleitoral? Além disso, vindo no lugar do filho, de 41 anos e que está em terceiro mandato?

Tito

Meses atrás, o deputado estadual Tito Torres, filho de Mauri, informou ao A Notícia que se não fosse indicado ao Tribunal de Contas (TCE), seria candidato à reeleição. Agora, ao que parece, mudou de ideia. Por que Tito deixaria de tentar mais um mandato e dar espaço ao pai para tentar nova vitória nas urnas?

Fabrício

Se as eleições fossem hoje, Fabrício Lopes lideraria o cenário com 20% das intenções de voto, praticamente empatado com Nozinho, que tem 18% e se distanciando de Mauri, que tem 13%. As informações são fruto de pesquisa do Data-MG. Será que o secretário de Planejamento, ex-vereador, ex-vice-prefeito virá candidato em 2026?

Recursos

Falando em pesquisa, o deputado Nikolas Ferreira (PL), que recebeu cerca de 8 mil votos em Monlevade na última eleição, também lidera as intenções de voto, com 27%. Curioso é que o parlamentar destinou R$400 mil de emendas para a cidade de Divino, na Zona da Mata, cidade que tem pouco mais de 21 mil habitantes. Enquanto isso, Monlevade nunca recebeu nada do deputado e, mesmo assim, ele lidera a intenção de votos.

Exames parados

Segundo o vereador Alissom Enfermeiro (Avante), João Monlevade tem, hoje, cerca de 2 mil exames parados na Secretaria de Saúde. Alguns, desde o ano passado. Outras críticas que circulam na cidade são sobre a realização de exames como colonoscopia e endoscopia em outras cidades. A saúde em Monlevade vai bem? Alô, Secretaria de Saúde: por que a fila não anda?

Especialista

O vereador Sidney Bernabé (PL) disse na tribuna que um dos erros da Secretaria de Saúde é não ter médicos para definir as prioridades na quantidade de exames a serem realizados no município. Ele, que é médico, defende mais agilidade na liberação dos tratamentos em Monlevade.