Uma casa sofreu um incêndio na noite desse domingo (14) no bairro Santa Cecília, em João Monlevade. Ao ser informada sobre o fogo, a Polícia Militar acionou o posto avançado do Corpo de Bombeiros Militar, que logo acorreu ao local. Chegando à residência, os bombeiros encontraram um dos quartos em chamas, com o fogo concentrado sobre a cama.

Logo, os militares iniciaram o combate às labaredas, extinguindo-as. Em seguida, os bombeiros fizeram os trabalhos de rescaldo e de remoção do material queimado para fora do imóvel, evitando que as chamas se reiniciassem.

Divulgação – CBMMG

Conforme informações repassadas por familiares ao Corpo de Bombeiros, a responsável por iniciar o incêndio seria uma mulher residente na própria casa, com a intenção de atentar contra a própria vida. No entanto, ela teria sido removida por outras pessoas que estavam próximas quando o fogo se iniciou. Essa mesma mulher recusou atendimento médico no local das chamas.

Em nota divulgada à imprensa, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) reforçou “a importância de acionar imediatamente os serviços de emergência em situações de risco, garantindo a preservação de vidas e a segurança da comunidade”. Em caso de emergência, a qualquer hora do dia ou da noite, a população pode chamar o telefone gratuito 193.

Presa por queimar casa do ex-companheiro

Em Alvinópolis, uma mulher de 37 anos foi presa por iniciar um incêndio em residência no bairro do Asilo. Por volta das 19h50, a Polícia Militar recebeu um chamado sobre as chamas que consumiam uma casa na rua Monsenhor Horta, e imediatamente acorreu ao local. Ao chegarem, os militares encontraram a mulher apontada como responsável pelo fogo, visivelmente com sinais de embriaguez.

Os policiais apuraram que a mulher invadiu a residência do ex-companheiro e iniciou as chamas, levando à destruição do imóvel. As labaredas foram debeladas com o auxílio de um caminhão-pipa da Prefeitura de Alvinópolis. A mulher foi contida pelos militares e levada primeiro ao hospital Nossa Senhora de Lourdes, e depois à Delegacia de Polícia Civil de Alvinópolis para as providências legais.