As decisões dos vereadores de João Monlevade sobre o Orçamento Municipal e sobre as metas de gestão para os próximos quatro anos ficarão para a última sessão do Legislativo em 2025. A Câmara Municipal analisaria nessa quarta-feira (10) os projetos da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, o Anexo de Metas e Prioridades à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o Plano Plurianual (PPA). No entanto, o vereador Sinval Dias (PL) pediu o adiamento das votações, que seriam realizadas em turno único.

Sinval justificou o pedido alegando que os colegas Sidney Bernabé (PL) e Zuza Veloso (Avante) não estavam na reunião; ambos justificaram a ausência por “compromissos previamente agendados”. O presidente da Casa, Fernando Linhares (Podemos), pediu que os parlamentares presentes decidissem se as “vistas” concedidas seriam de sete dias ou de dez minutos.

Votaram para que os projetos fossem apreciados no mesmo dia os vereadores Alysson Barcelos (Avante), Belmar Diniz (PT), Maria do Sagrado (PT) e Sassá Misericórdia (Cidadania). Foram favoráveis ao adiamento por sete dias Carlinhos Bicalho (PP), Leles Pontes (Republicanos), Marquinho Dornelas (Republicanos), o próprio Sinval Dias e Vanderlei Miranda (Podemos). Estavam ausentes do plenário Bruno Cabeção (Avante), Revetrie Teixeira (MDB) e Thiago Titó (MDB). Por ser o presidente da Casa, Fernando Linhares não votou.

Dessa forma, as votações dos três projetos, todos enviados pelo Executivo, ficarão para a próxima quarta-feira (17), a última reunião ordinária deste ano. Caso os projetos não possam ser analisados e votados na semana que vem, será necessário convocar uma reunião extraordinária. Os legisladores terão de analisar as sugestões de modificações no texto feitas pelos próprios colegas, pois a Lei Orçamentária Anual recebeu oito emendas de vereadores, e o Plano Plurianual (PPA) teve 20 propostas de emenda.

Os três projetos definem as finanças e as metas de gestão em João Monlevade. A Lei Orçamentária Anual estima as receitas e fixa as despesas para o ano que vem. A Lei de Diretrizes Orçamentárias determina quais serão os enfoques da ação governamental. E o Plano Plurianual estabelece quais serão as prioridades da administração municipal entre 2026 e 2029.