Troca?

Sidney Bernabé (PL) já percebeu e explicitou na tribuna da Câmara Municipal as fissuras entre o vereador Belmar Diniz (PT) e certos integrantes do governo de Laércio Ribeiro (PT), e até o convida para integrar uma agremiação da direita ou centro-direita. O parlamentar petista recusa, pedindo para que Sidney “não ponha palavras em sua boca”, e reafirma sua permanência no partido da estrela e seu apoio ao governo de Laércio. Mas até quando?

Então tá!

Nessa semana, o mesmo Sidney foi o único a votar contra um projeto de Belmar, para implantar programa em Monlevade para tratar de vícios em apostas e jogos eletrônicos. Quando é discutida, inclusive, o fim das bets, o parlamentar do PL diz ser contra porque o serviço de saúde mental ficaria sobrecarregado com mais esse projeto. E olha que ele é médico…então tá!

25 dias x 25 anos

Há 25 dias, a Atlimarjom parou de recolher os materiais recicláveis em Monlevade, alegando falta de mão de obra e superlotação do galpão. Porém, pelo apurado, conversas estão em andamento para a retomada do serviço. Essa é uma medida necessária que Monlevade não pode perder, após 25 anos de coleta seletiva, que se tornou referência para toda a região.

“Forasteiros”

O vereador Vanderlei Miranda (Podemos) questionou a campanha “Sou Médio Piracicaba” lançada pela Amepi, nos 40 anos da entidade. Segundo ele, várias lideranças da região estão apoiando candidatos “forasteiros” para deputado federal e estadual. Vale recordar que os últimos representantes do Médio Piracicaba na Câmara dos Deputados foram Olímpio Pires “Li” Guerra e o pastor Philemon Rodrigues da Silva, eleitos em 1998 e que cumpriram mandato até 2002.

Locais

Alguns políticos da região gravaram vídeos justamente sobre isso: pedindo votos para candidatos que moram ou conhecem bem a realidade das cidades. Segundo eles, não adianta votar em candidato midiático que, depois das eleições, nem sequer olham para os municípios.

Quanta diferença

A matriz Nossa Senhora da Conceição estará fechada entre os dias 5 de outubro e 27 de novembro para reparos em sua parte elétrica. O anúncio foi feito pela própria paróquia, com antecedência, informando os paroquianos sobre as mudanças e prazos necessários para os reparos. Bem diferente da retórica adotada pela paróquia São José Operário. A situação da igreja do bairro Centro Industrial é, sim, dramática, mas em nada ajuda a tática de confrontação com quem questiona, animosidades com a imprensa e falta de transparência adotada pela paróquia. Quanta diferença!