A Polícia Civil anunciou na manhã desta quarta-feira (3) que cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o suspeito do homicídio do dia 18 de agosto no bairro Cruzeiro Celeste, em João Monlevade. A ordem judicial foi executada pela equipe da 4ª Delegacia Regional, sediada na cidade. Após ser preso, o suspeito foi encaminhado ao Sistema Prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

Conforme apontado pela corporação, o assassinato estaria relacionado a uma briga ocorrida na saída de uma casa de espetáculos no fim de semana anterior ao crime. Segundo a Polícia Civil, o inquérito está em fase final de elaboração, devendo ser concluído e entregue ao Poder Judiciário nos próximos dias. A corporação reitera que a população pode usar os canais de denúncia para informar as autoridades: o 197 da Polícia Civil, o 190 da Polícia Militar e o Disque-Denúncia Unificado 181.

Relembre o crime

O crime aconteceu por volta das 12h11 do dia 18 de agosto, na rua Ayrton Senna, no bairro Cruzeiro Celeste, próximo ao antigo “Bar do Cearense”. Conforme o Serviço Voluntário de Resgate (Sevor) informara à época, a vítima foi encontrada caída ao chão com duas perfurações oriundas de disparos de arma de fogo. Os socorristas chegaram a encaminhar o homem, de 30 anos, ao Hospital Margarida, mas ele sofreu uma parada cardiorrespiratória e faleceu pouco depois de dar entrada na casa de saúde. A Polícia Militar e a Perícia Técnica da Polícia Civil estiveram no local para os trabalhos necessários e o recolhimento de pistas para a elucidação do crime.

Na última quinta-feira (28), o delegado Raphael Machado, os tenentes Lessa e Aércio, o investigador Júnio Loschi e a escrivã Ana Clara Godói concederam uma entrevista coletiva sobre os homicídios em investigação na cidade. Na ocasião, eles haviam informado que o suspeito já estava identificado, que havia um mandado de prisão em aberto contra ele e que as forças de segurança chegariam até os responsáveis por todos os assassinatos. “Vamos buscar todo mundo”, declarou o delegado Raphael Machado durante a coletiva. Agora, a ordem judicial foi cumprida.

Lindiomar Reis