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Editorial
23 de Dezembro de 2020
Por um ano melhor

O ano de 2020 acaba daqui a uma semana, quando o calendário será trocado, à meia noite do dia 31 de dezembro. No entanto, quem dera se todos os problemas terminassem assim, de forma mágica. Infelizmente o ano termina, mas a pandemia da Covid-19, que marcou o ano, não acaba logo. A vacina tão esperada, apesar de ser uma realidade, ainda está longe de nós. O apelo é para que todos fiquem em casa, evitem aglomerações e estejam conscientes de que os cuidados com a própria saúde são também cuidados com a saúde de todos.

Não se pode subestimar o vírus. Nem, tampouco, ignorá-lo. Ele é tão letal quanto invisível e exige ações preventivas. Nas festas de fim de ano, aglomerações, abraços e beijos devem ser evitados, segundo médicos, para que não tenhamos um janeiro sombrio, com mortes e colapso do sistema de saúde.

O único hospital da cidade e referência na região, o Margarida, está com sua capacidade comprometida. Como se não bastasse a superlotação dos leitos, também temos o problema da falta de equipes. Profissionais médicos, enfermeiros e técnicos estão exaustos com a alta demanda enquanto o número de casos não para de crescer. Por isso, é importante evitar aglomerações e manter o distanciamento, mesmo no momento mais especial, que são a festas de fim de ano.

O Natal e o Ano Novo renovam as esperanças e trazem a expectativa de novos tempos. E nunca se desejou tanto, um ano melhor para toda a humanidade. De preferência, com vacina para todos, mais saúde e alegria de viver.