Coxia
8 de junho de 2018

Coxia 2407

Abacaxi

Corre nos bastidores da política local que vários nomes foram chamados pelo casal Moreira para resolver as complicadas demandas da saúde do município. Porém, nenhuma das alternativas decolou. Pelo menos até agora. Quem quer descascar esse abacaxi? Mas pelo visto, a pasta continua nas mãos de Andrea Peixoto, mesmo com a franca campanha do vereador Revetrie Teixeira (MDB) para derrubá-la do cargo. Revetrie é vigia da Secretaria de Saúde e, literalmente, fica de olho em tudo o que ocorre ali. Essa treta ainda vai longe...

Enquanto isso...

Enquanto a secretária de Saúde recebeu o apoio da competente Elisângela Almeida Bicalho, que se divide também na pasta de Planejamento, essa secretaria pode ser assumida por outra pessoa. Nomes como o do ex-secretário executivo da Amepi, o engenheiro e professor Eduardo Quaresma e da advogada Simone Rolla, esposa do vice-prefeito, Fabrício Lopes, teriam sido cotados, segundo informações de bastidores.

Ouvidor

O ex-prefeito Carlos Moreira tem se comportado como ouvidor da prefeitura. Ele usa o programa que mantém na Rádio Cultura, concessão pública administrada pela família Torres, para ouvir reclamações da população. “Pode deixar que vou cobrar explicações. Pode deixar que vamos averiguar”, são as respostas dadas. Agora vai

Presidência

O inventado Grupo dos 6 quer porque quer eleger o novo presidente da Câmara. Eles se articulam nos bastidores e já apontam Fábio da Silva (PP) como 1º secretário. Quem não nega o desejo de sentar-se na cadeira mais importante do Legislativo é Toninho Eletricista (PHS) e Revetrie Teixeira (MDB), ambos integrantes do novo grupo. No entanto, pelos últimos acontecimentos, o G6 caminha para um racha, já que os próprios integrantes votam contra matérias uns dos outros, segundo interesses do governo. Está cada dia com mais cara de G3 ou G2...

A ver navios

De acordo com informações de diretores e voluntários, entidades assistenciais de João Monlevade continuam sem receber os devidos repasses financeiros da Prefeitura. Entre elas a Apae e a Colônia Bom Samaritano, que alega ter R$136 mil a receber de valores em atraso. Por outro lado, o Executivo nega os atrasos e afirma que trata-se apenas de "estudos de novos planos de trabalho para outras demandas das entidades". Afora as controvérsias, a grande questão é que as entidades não podem fechar as portas. Jamais.

Serventia

Já se foram mais de dois meses e a Prefeitura de João Monlevade ainda não definiu o que fazer com o antigo prédio da Delegacia Polícia Civil, no bairro José Elói, desocupado no fim do mês de março. O imóvel, que também já abrigou, por muitos anos, a Câmara Municipal, possui boa estrutura e espaço e poderia abarcar alguns setores do Executivo, inclusive, economizando alguns milhares de reais gastos no pagamento de alugueis. Em tempos declarados de crise, toda economia é bem vinda. Já demorou a achar serventia.