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Coxia
16 de março de 2018
Coxia 2384
Colou?

A polêmica envolvendo os repasses financeiros de milhões através de CNPJ extinto ao Hospital Margarida, por meio da Associação São Vicente de Paulo (ASVP), continua. Nesta semana, durante reunião do Conselho Municipal de Saúde, o secretário de Fazenda, Tiago Duarte, reforçou a tese de que não existem irregularidades e que tudo não passou de erro material. Ele também afirmou que os repasses da Prefeitura ao Hospital foram feitos através do CNPJ correto e oficial.

Não colou...

Pois é, até aí tudo bem. Mas a fala do secretário não convenceu os conselheiros e o autor das denúncias, o advogado Fernando Fonseca. De acordo com Fonseca, apenas os extratos bancários da Associação no período mencionado podem provar o contrário e a ida do secretário à reunião foi em vão, já que as denúncias foram contra a ASVP e a provedoria do hospital. Pelo jeito, vem queda de braço pesada por aí.

Manda quem pode

A membro do Conselho Municipal de Saúde de João Monlevade, Virgínia Lima, criticou duramente, na última reunião da entidade, a atuação do ex-prefeito Carlos Moreira no atual governo. Segundo seus relatos, ilustrados com exemplos, o marido da atual prefeita Simone Carvalho (PSDB) dá ordens, convoca para reuniões e conversas e chama a atenção de funcionários do Executivo. Para ela, o Conselho deve tomar alguma atitude. Como diz o velho ditado: "Manda quem pode, obedece quem tem juízo".

Burocracia

Enquanto muitos mototaxistas de Monlevade reclamam da atuação clandestina de motociclistas, que trabalham sem as placas vermelhas e sem cumprir os requisitos legais para exercer a profissão na cidade, outra grande parte diz que está à espera da regularização por parte da Prefeitura para poder trabalhar. O problema é que essa liberação deve ocorrer em 50 dias e eles alegam que não podem ficar sem atuar durante todo esse tempo. São os entraves entre a legislação e a burocracia.

Dúvida

Uma pergunta que não quer calar é o que fazia o chefe do Settran, Brenno Lima, na reunião sobre regularização fundiária entre o Movimento de Moradia Popular e a Prefeitura, na última terça-feira (13). Na ocasião, os representantes do Movimento reivindicavam questões referentes à documentação de suas propriedades e como a prefeita não os recebeu, conforme combinado, a coisa esquentou na sede do Executivo. Será que ele foi chamado para organizar o trânsito entre o Movimento e o Executivo? Ficou no ar.

Agora vai?

Empresários e vereadores discutem ações para melhorias do Distrito Industrial, o que pode trazer empregos e ampliar a força das empresas de João Monlevade. A área está abandonada e é um desperdício de espaço. Está na hora de Monlevade olhar para o futuro. Boa iniciativa
Além disso, faltam ações efetivas para fomentar a economia municipal e o local é de extrema importância para o crescimento da cidade.
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