Editorial
2 de março de 2018

Eficiência

O mínimo que se espera de um administrador público é sua eficiência para dar mais resultado a quem o elegeu. Sejam eles vereadores, prefeitos e políticos em geral. Não é à toa que o Brasil clama por mudanças na política e o povo, cansado de tantas falcatruas, está descrente com os seus governantes.
Não interessam mais partidos políticos, muito menos, ideologias. O povo está carente de bons nomes e quer eficiência na gestão. Ninguém aguenta mais político de carteirinha, que só está no poder, devido à máquina política que se estabeleceu no país.
João Monlevade não é uma ilha e tem também seus políticos de carreira. Por aqui, faltam nomes novos, não só em cargos eletivos, mas no real comando da cidade e que possam colocar o município na vanguarda onde sempre esteve. Falta gente nova em vários segmentos, para arejar e dar rumo novo ao município. Isso também é política. E das boas, com “P” maiúsculo.
No campo da administração pública, é preciso mais pessoas que pensem menos em votos e tenham mais consideração e amor com essa cidade. Não faz sentido, por exemplo, uma secretaria de saúde abrigar tantos candidatos derrotados na última eleição, que estão ali, de olho no próximo pleito. Aparelhar serviços públicos com pretensos candidatos é falta de eficiência e de respeito com o povo. A gestão municipal, que deveria ser técnica e com resultado muito acima do esperado, está longe de ser a melhor. A torcida é que mudanças sejam feitas a tempo de termos a Monlevade que merecemos.