Coxia
23 de fevereiro de 2018

coxia edição 2378

Azeda
A relação entre a Prefeitura e a Câmara de Monlevade está azedando. Pela terceira semana seguida, os secretários municipais não foram poupados de críticas por não atenderem aos vereadores e não darem respostas aos cidadãos. Alguns dizem que a culpa é dos servidores comissionados e que a prefeita não tem culpa. Porém, outros são categóricos: quem é que manda no secretariado? Será preciso habilidade para melhorar a relação.
Consolo?
O vereador professor Leles Pontes, ao consolar uma aluna de apenas 7 anos, que chorava porque o pai bateu em sua mãe, disse que ela poderia ficar tranquila, pois ele já passou pelo mesmo problema. Detalhe: o vereador é presidente da comissão de educação da Câmara e vice-presidente do Legislativo. Não seria ocasião para denunciar o caso às autoridades? E essa seria a melhor forma de consolar uma criança?
Caros
E não é que os vereadores de Santa Bárbara afastados ou presos pela operação Apollo 13, da Polícia Civil de Minas Gerais, continuam recebendo, normalmente, seus vencimentos de R$7.596,67? No total, desde julho do ano passado, cada um dos parlamentares recebeu R$60.773,36, totalizando R$607.733,60 no período. Pode até ser legal, mas não deixa de chamar a atenção, ainda mais no olho do furacão de uma crise financeira sem precedentes, como a atual. É o Brasil.
Alerta
Infelizmente, João Monlevade registrou o primeiro caso de febre amarela neste verão, período em que a doença tem assustado em todo o país. O caso foi divulgado na última terça-feira (20) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) e o paciente esteve internado no hospital Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte e já recebeu alta. Os números assustam na região e, juntas, Santa Bárbara, Barão de Cocais e Itabira já registraram oito mortes em virtude da doença. Uma lástima. O alerta continua aceso.
Segurança
O Conselho Comunitário de Segurança Pública de João Monlevade (Consep) realizou uma produtiva reunião na última terça-feira (20), na Acimon. Na ocasião, foram discutidas questões referentes à situação precária do Instituto Médico Legal (IML) da cidade, do Presídio Feminino de Rio Piracicaba e da atuação da polícia comunitária, em parceria com a Polícia Militar. Os temas são de extrema importância e as iniciativas sempre bem vindas.
Crateras
E a famosa cratera do fim da avenida Rodrigues Alves, no bairro República, abriu ainda mais e leva medo aos moradores de um prédio no local. O imóvel está interditado e os moradores foram notificados pela Defesa Civil a deixar o local. Na mesma via, outra cratera também assusta e atrapalha o trânsito local. Além disso, o buraco parece aumentar a cada dia. Nem é preciso ser profissional da área para dizer que algo tem que ser feito, e rápido.
Mudo
Moradores do bairro Jacuí reclamam do serviço de telefonia fixa no local, que, segundo eles, é precário e sempre apresenta problemas. Aliás, além dos serviços de telefonia fixa e móvel, sempre há reclamações referentes ao bairro Jacuí, o que reforça a fala de um de seus moradores, que afirma que o Jacuí está esquecido, abandonado pelas autoridades. Fica aí o desabafo.