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5 de janeiro de 2018
Coxia 2365
Viagem

A prefeita Simone Carvalho (PSDB) e o marido, Carlos Moreira, não viajaram no Natal e no Ano Novo. Eles ficaram em casa e devem viajar, por uns dias, ainda no mês de janeiro. No entanto, não informaram a data da viagem e nem o destino escolhido para o descanso. Em novembro passado, o casal passou uns dias em Porto Seguro (BA).

Vice

Durante a viagem da prefeita, seria uma ótima oportunidade do vice Fabrício Lopes (PMDB) assumir o governo municipal interinamente. Aliás, falando nele, Lopes não tem sido tão aproveitado pela administração municipal. A não ser, quando substitui a prefeita em eventos sociais importantes. Ex-vereador e ex-secretário de Obras, ele tem experiência política para contribuir ainda mais com o governo e poderia ter mais autonomia na gestão. Está faltando reconhecimento? Ou seria desconfiança mesmo?

Eleição

Em 2018, temos eleições para deputados estaduais, gover-nador, deputados federais, senadores e presidente da República. A eleição de todos esses cargos traz reflexos diretos para João Monlevade e a prefeita Simone Carvalho sabe disso. Não é segredo que ela e o marido, Carlos Moreira, têm compromisso político para a reeleição dos deputados tucanos Rodrigo de Castro (federal) e Tito Torres (estadual). Para o governo de Minas, farão oposição a Fernando Pimentel (PT), apoiando um nome do PSDB ou outro apoiado pela legenda. Os cargos ao Senado e à presidência da República é que ainda são mistério.

Mais com menos

Com cerca de R$700 mil no Orçamento Municipal para 2018, que é de R$214 milhões, a Fundação Casa de Cultura terá o desafio de trabalhar quase sem recursos para realizar as ações culturais do jeito que a cidade merece e precisa. Se um dos slogans do atual governo é fazer mais com menos, o da Fundação Casa de Cultura é fazer muito com quase nada. Desafio e tanto para a chefe do setor, a jornalista Claira Ferreira.

Falando nisso

Aliás, a Fundação Casa de Cultura nunca funcionou de fato como uma fundação cultural. Sem a atuação marcante dos conselhos, da gestão própria dos recursos, ela sempre foi um braço da Prefeitura e esteve sempre subordinada ao governo municipal. A Fundação merecia ser mais autônoma na promoção da cultura no município.
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