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Ponto e Vírgula
7 de dezembro de 2017
Do it
Faça o que tiver que fazer. Seja o que for, faça bem feito. Não há verdade maior do que essa, quando o assunto é a busca das realizações dos sonhos. Afinal, qual é a diferença entre você, leitor, e o seu ídolo, aquela pessoa que você tanto admira? E eu digo sem pestanejar. Nenhuma. Absolutamente, nenhuma.
Somos dotados da mesma matéria única: conjunto de células agrupadas, sob e sobre um esqueleto articulado, movido por uma massa cinzenta cerebral. Portanto, todos temos as mesmas chances de conquistar os nossos desejos.
O homem é o que é e sempre será. Fruto de suas escolhas. Autor de seu destino. Senhor das suas circunstâncias. Há o contexto, é claro. Seja ele social, geográfico, familiar, apenas para citar alguns. Mas ele e as adversidades da vida ficam menores diante da força que nos move, daquilo o que nos instiga, o que nos faz sermos exatamente quem somos. E esse não é fruto, senão, da realidade que cada um cria para si.
A pergunta que temos que nos fazer com frequência: quem serei eu daqui há dois, três anos? Onde estão os seus sonhos, projetos? Qual o primeiro passo você vai dar para que isso aconteça? Afinal, um passo à frente e não estamos mais no mesmo lugar. Uma coisa é fato: somos autores de nossa própria história e ninguém, nem nada, tem o direito de interferir nisso. A não ser que deixemos. E, exatamente, quando deixamos o outro tomar conta de nossas decisões, é que deixamos de ser nós mesmos.
O ano de 2017 suspira na curva do adeus e 2018 desponta em vinte e poucos dias. Mas ainda dá tempo de deixar que os mortos enterrem seus mortos e vislumbrar um momento outro. O verdadeiro réveillon ocorre em nosso interior. Onde estamos realmente vivos. Afinal, quando o ovo se quebra de dentro para fora, nasce uma vida. Ao contrário de quando ele é partido de fora para dentro.
Portanto, sejamos mais autores de nossa história e menos repetidores de desejos dos outros. Que assumamos o papel de protagonistas de nossas vidas, assumindo com seriedade e sabedoria, as conseqüências das escolhas que fizemos. “Viver, é melhor que sonhar”, já cantou Belchior, imortalizado na voz de Elis Regina. Então, que sejamos donos dos nossos destinos a partir de agora e coloquemos em prática os nossos tão sonhados desejos.

() Erivelton Braz é editor do A Notícia e fundador da Rotha Assessoria em Comunicação
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