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Editorial
1 de dezembro de 2017
Risco iminente da dengue
O alerta da Visa de que Monlevade pode sofrer uma epidemia de dengue, tão logo acabe o período das chuvas, é uma preocupação séria. Já passou da hora dos monlevadenses tomarem ciência da importância de evitar lixo, entulhos e restos de materiais orgânicos jogados a esmo, porque, é nesses locais, que ocorre a fecundação da fêmea do mosquito aedes aegipty, transmissor de tantas doenças. Fora isso, há o constante cuidado para se evitar água parada, onde os ovos são depositados e viram larvas, que vão se tornar novos mosquitos e que vão contaminar mais gente.
O problema é crônico e faz-se necessária, desde já, a tomada de precauções. A prefeitura notifica donos de lotes que estejam com mato e lixo, mas o trabalho é de formiguinha, devido às precárias condições do órgão responsável. Portanto, mais do que nunca, cada um deve fazer a sua parte. É hora de tampar sujeira, retirar matéria orgânica das vias públicas, fechar bem as sacolas com restos de comida e evitar que animais de rua possam rasgá-las. É prudente ainda observar o horário correto da coleta de lixo, para que os resíduos sejam colocados na rua no mesmo dia do seu recolhimento. Sempre é tempo de unir forças e limpar calhas, tampar caixas d’água, desentupir ralos, evitar água parada em locais improváveis, como dentro de suporte de varais ou num objeto simples encostado no canto do quintal. A prevenção ainda é a melhor arma contra o “odioso do Egito”, tradução do nome do mosquito transmissor. Uma epidemia de dengue coloca em risco a saúde e a vida de toda a população. Todo cuidado ainda é pouco. O alerta foi dado.

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