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Ponto e Vírgula
27 de outubro de 2017
E o nosso deputado federal?
Há menos de um ano para as eleições que vão definir os nomes de parlamentares para a Câmara Federal, Senado, Assembleia Legislativa (ALMG), Governo do estado e Presidência da República, chama a atenção a falta de nomes que representem a região em Brasília. Já escrevi neste espaço e volto ao tema: Precisamos de um Deputado Federal.
Bem representados na Assembleia pelos deputados estaduais Nozinho (PDT) e Tito Torres (PSDB), que mostram trabalho e conseguem, além de recursos, sustentação política para projetos de interesses do Médio Piracicaba, está na hora de termos representatividade na Câmara Federal.
O Médio Piracicaba tem 300 mil habitantes, 17 cidades com economia diversificada e uma série de potencialidades nas mais diversas áreas de prestação de serviços. Além disso, tem a mineração forte e agronegócio de destaque. No entanto, sofre com demandas que poderiam ser minimizadas com o apoio de um deputado federal, reforçando a bancada mineira e trazendo mais recursos.
A duplicação da BR-381, por exemplo, deveria ser pautada como prioridade máxima por todos os políticos que têm laços com a região. Em todas as esferas (municipal, estadual e federal), o assunto jamais deveria sair de foco. Mas, certamente, um deputado federal com origens no Médio Piracicaba e que conhece de perto a realidade local, poderia fazer a diferença e reforçar a luta para que a tão sonhada obra se concretize o quanto antes. O momento é de pensar seriamente a respeito. Inclusive, é fundamental para a região, a reeleição dos dois deputados estaduais, Tito e Nozinho, que já mostraram ter compromissos com os municípios. Porém, após aberta a temporada de caça aos votos, muitos paraquedistas vêm buscar apoio por aqui e, depois, desaparecem com a mesma velocidade com que chegaram. É bom ficar de olho.
A política nacional passa por um momento grave, de desgaste e por urgência pela renovação. Desde Li Guerra, ex-prefeito de Itabira, não temos representatividade parlamentar em Brasília. Aliás, em toda história, somente quatro deputados federais representaram a região: Paulinho Cícero, Philemon Rodrigues, João Paulo Pires de Vasconcelos e o citado Li. É muito pouco para uma das regiões mais ricas de minas. O Médio Piracicaba pode e merece mais. O momento é de apoiar uma liderança idônea, que queira fazer diferente dos já sacramentados nomes e o mais importante: que tenha compromisso com a região. O Vale do Aço tem representante. O Triângulo Mineiro tem vários. A Zona da Mata tem. A região norte também. Por que o Médio Piracicaba não? Já passou o momento de termos um deputado federal. E 2018 é a hora.

() Erivelton Braz é editor do A Notícia e fundador da Rotha Assessoria em Comunicação
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