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Editorial
6 de outubro de 2017
Sem palanque no Hospital
Em entrevista exclusiva concedida ao jornal A Notícia nesta semana, o provedor do Hospital Margarida, José Roberto Fernandes, “abriu o verbo” sobre vários assuntos importantes envolvendo a casa de saúde e utilizou de franqueza para expor sua opinião sobre o hospital.
Polêmico, arredio com a imprensa, envolvido em processos judiciais com médicos, blogueiros, entre outras pessoas, ele é criticado por muitos. Porém, apresentou-se firme em suas posições acerca do hospital. Há cerca de um ano e meio à frente da provedoria, sua gestão é, de longe, a mais comentada e, às vezes, a mais contestada da história do Margarida.
Um dos pontos que mais chamou a atenção em sua entrevista foi o do uso político do hospital. José Roberto criticou a “guerra política” que se instaurou na casa de saúde, entre situação e oposição do município, fazendo do hospital, um palanque eleitoral. Esse, certamente, não traz nenhum benefício. Ele afirmou que não faz e não está a serviço da politicagem no hospital, apesar de suas fortes ligações com a prefeita e o marido dela. Segundo ele, sua gestão é pautada, exclusivamente, em trazer benefícios. Ainda que muitos não concordem. Pelo sim ou pelo não é fato que o hospital Margarida, com 65 anos de excelentes serviços prestados a Monlevade e região, não pode se resumir a picuinhas e brigas políticas. É o que a população merece e espera.
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