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Coxia
22 de setembro de 2017
Coxia 2337
Frustrou

O Governo do Estado frustrou as expectativas da Prefeitura de João Monlevade e do Hospital Margarida, para que a Vigilância em Saúde (Visa) na cidade ficasse responsável pela fiscalização do Hospital Margarida, a partir de descentralização da Gerência Regional de Saúde (GRS) de Itabira. Por enquanto, continua tudo como antes.

Comemoração

O fato foi comemorado por membros do Conselho Municipal de Saúde. Segundo eles, a Visa não tem a menor condição de fiscalizar o hospital. E, caso fosse autorizado, a fiscalização do Margarida, segundo eles, seria “para inglês ver”, com controle total da Prefeitura sobre a casa de saúde. Principalmente, porque prefeita e provedor do Hospital têm estreita relação pessoal.

Bi-trem

Em plena Semana Nacional de Trânsito, uma carreta bi-trem foi flagrada no centro de Mon-levade, às 15h30 desta terça-feira (19). O veículo gigante comprometeu o fluxo e atrapalhou a vida de muita gente. Já Passou da hora de veículos acima de três eixos serem proibidos de circular na região central da cidade. Absurdo.

Vermelho

Vereador Sinval alerta para o risco de o município fechar o ano no vermelho, com déficit que pode chegar a R$3 milhões. O vereador diz que houve corte de repasses dos governos estadual e federal. A secretária de Fazenda, Luciana Carvalho, afirma que a arrecadação cai no mês de agosto, o que é típico no período. Porém, fica uma pergunta: não está na hora de rever o número de funcionários do Executivo? A máquina pública é pesada demais para carregar em vários municípios brasileiros e, em Monlevade, não parece ser diferente.

Mãe Joana 300

A seção Casa da Mãe Joana chega à sua edição de nº 300 hoje (22). Sem dúvida, dura todo esse tempo em virtude de sua importância e por ser uma indiscutível e fundamental ferramenta de utilidade pública, já que muitos dos problemas expostos na coluna são resolvidos após sua publicação. Inclusive, a Casa da Mãe Joana sempre é citada positivamente por vereadores, secretários e servidores municipais, além de ser um elo entre a população e os órgãos públicos. Vida longa à Mãe Joana


Rota I

O transporte escolar para estudantes em João Monlevade, o Rota, sempre motivou elogios por seus serviços prestados. Porém, nos últimos meses, reclamações e denúncias graves, de atritos entre monitores e alunos e até de brigas entre estudantes, têm surgido com frequência. O projeto é mesmo louvável, mas, pelo visto, ajustes se fazem necessários, para o bem de alunos e da própria iniciativa.

Rota II

Com custos de R$500 mil por mês, o Rota deveria ser exemplar, oferecendo aos estudantes da cidade e a seus pais, mais tranquilidade, conforto e bem estar. O sistema pode e deve ser melhorado. É necessária a urgente capacitação de monitores para melhor entender à população.
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