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Editorial
15 de setembro de 2017
O HIV que você não vê
Preocupa o aumento de casos de HIV em Monlevade e região. O crescimento de 400% nos casos (que subiu de 7 para 31) no município e cidades vizinhas é alarmante e atenta para uma questão: por que os casos de contaminação estão aumentando?
Em pleno ano de 2017, as formas de contágio do HIV são bem conhecidas: fazer sexo sem proteção, exposição a sangue ou hemoderivados contaminados, como, por exemplo, uso de seringas ou agulhas infectadas ou transfusão com sangue contaminado, o que é muito raro com os cuidados de hoje em dia. Há também a transmissão de mãe para filho, durante a gestação, o parto ou a amamentação. Importante destacar que saliva, lágrima, suor, ou qualquer secreção de pessoas infectadas não transmitem o HIV. Lembrando ainda que as pessoas podem ter o vírus HIV e não ter aids, que é o estágio a partir da manifestação de sintomas.
Os números mostram que está havendo um descuido, que causa falta da preservação ou o errôneo excesso de confiança nos parceiros sexuais: a história de que ele/ela é saudável e não tem essa doença. Tanto que também, em 2016, 91 adolescentes ficaram grávidas em João Monlevade. O caso é sério, grave e merece atenção. Quem vê cara, não vê o vírus. Está na hora de voltar a discutir o assunto. Aliás, ele nunca deve ficar de lado.
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