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Editorial
8 de setembro de 2017
Não há governo sem transparência
O caso dos vereadores e da integrante do Conselho Municipal de Saúde barrados na porta do almoxarifado da Prefeitura, nos remete a uma situação: quem não deve, não teme. E o pior: o silêncio da administração, que não apresentou uma justificativa plausível para o fato, uma semana depois do ocorrido, chama a atenção para a gravidade do assunto. Trata-se de falta de transparência e, no mínimo, de respeito com a causa pública. A Câmara Municipal representa a municipalidade. Proibir vereador é proibir o povo. E isso é grave, porque um dos princípios democráticos da administração pública é a transparência.
Preocupa ver postos de saúde e unidade de serviço odontológico da Prefeitura Municipal fechados por falta de materiais. O que está acontecendo com os postos? É preciso colocar tudo em pratos limpos, porque o povo de Monlevade merece, além do tratamento diferenciado, respeito e qualidade de vida. Não adianta comparar com o caos de outros estados ou cidades. Porque estamos longe de um sistema de saúde que funcione às mil maravilhas, por melhor que o da cidade seja. Explicações e clareza sobre a real situação são necessárias. É o mínimo que se espera de uma gestão séria e comprometida com a cidade.
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