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Editorial
18 de agosto de 2017
Monlevade e Drummond
Enquanto a cidade vizinha de Itabira relembra com seminários, debates e eventos culturais, as três décadas sem Carlos Drummond de Andrade, seu maior filho ilustre, Monlevade celebra o bicentenário da chegada de Jean de Monlevade, pioneiro e edificador da cidade, ao Brasil. A Câmara Municipal realiza ações com estudantes para marcar a data e intermediou, com os Correios, o lançamento de um selo comemorativo o desfile de sete de setembro deste ano terá como tema, a chegada do pioneiro francês a Casa de Cultura promove jornada do patrimônio e A Notícia abre espaço para escritores e ativistas falarem de aspectos históricos do precursor, a fim de dar mais luz à nossa história. Sem dúvida, são boas ações em nome da valorização da memória da cidade. Mas, se para o poeta, o maior legado é a leitura, o estudo e a valorização de sua obra, para Jean de Monlevade, a maior homenagem seria a valorização de seu espírito empreendedor e desbravador. Monlevade rompeu barreiras, inovou, transformou e mudou a história com seus ideais e sua obra. Ou seja, está no DNA do monlevadense, o desejo de transformar, empreender e alcançar outras metas. Que celebremos Drummond com a leitura de seus poemas e que não nos esqueçamos de Jean de Monlevade e seu legado inovador. É preciso recuperar essa memória e vivermos, verdadeiramente, numa cidade iluminista e progressista, o “coração de aço” do Médio Piracicaba.
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