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Editorial
7 de abril de 2017
Queda de braço
E começa mais uma “queda de braço” entre a Prefeitura e o Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público de João Monlevade (Sintramon), no que diz respeito ao Acordo Coletivo da categoria.
Na tarde de ontem (6), uma reunião entre as partes foi realizada na Prefeitura e, à noite, a informação era de que se realizaria uma assembleia do Sintramon no Centro Educacional para discutir a questão, com possibilidades do funcionalismo aderir a uma greve, caso o reajuste reivindicado não fosse aprovado pelo Executivo. Analisando a diferença nos valores propostos, a novela pode estar apenas começando, já que a entidade sindical pede 14% e a administração municipal oferece 5%.

“A novela pode estar apenas começando.”

A discussão pode esquentar, pois ingredientes não faltam. Até mesmo um vereador da base governista na Câmara, que também é servidor público da área de saúde, defendeu a categoria e afirmou que, caso a decisão seja pela paralisação, ele estará junto com o funcionalismo. Também é bom lembrar que o Sintramon conta com aguerridos membros em seus quadros da rede municipal de ensino, nada satisfeitos com as últimas negociações feitas e com outros reveses da educação, como o fechamento do curso de Química. A queda de braço teve início.
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