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Editorial
31 de março de 2017
Sobre ética, informação e punições
Diante da grande repercussão nas redes sociais da matéria sobre a condenação, pela Justiça Eleitoral, do vereador Guilherme Nasser (PSDB) e do professor de dança Liniker Leandro Mendes, a pagar multa de R$25 mil, cada um, em processo movido pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) por suposta prática proibida durante as eleições de 2016, uma questão precisa ser deixada bem clara: Não foi o jornal A Notícia quem condenou a dupla, mas, sim, a Justiça Eleitoral. O que o jornal fez, como bem faz há 33 anos, foi informar o leitor sobre o fato, já que envolveu uma figura pública da cidade, um vereador. Além disso, os dois já recorreram da decisão.

“Não foi o jornal A Notícia quem condenou a dupla, mas, sim, a Justiça Eleitoral.”

Defensor da democracia e da liberdade de expressão, o jornal A Notícia entende que, num momento de emoção, raiva, indignação ou até mesmo de arrependimento, as pessoas possam se expressar de forma equivocada e tentar culpar o jornal por possíveis maus feitos, não cabendo ao veículo o julgamento, mas o que não se pode aceitar é a tentativa de questionar a ética do jornal com provocações infantis e ressentidas, de quem parece apenas querer mídia positiva.
É quando vem à tona a velha anedota do marido traído, que ao chegar em casa e flagrar a esposa com o amante no sofá, toma uma atitude drástica: queima o sofá. É querer colocar a culpa em quem lhe parece mais fácil, confortável e conveniente.
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