Você está em Opinião / EDITORIAL /
Editorial
17 de março de 2017
Monlevade 200 anos depois
Após 200 anos da chegada de Jean de Monlevade ao Brasil uma pergunta não quer calar: o que o francês progressista, o último desbravador do século XIX, pensaria da cidade atual? Uma cidade que nasceu de um espírito empreendedor, ainda mantem vivas as chamas dessa força motora? Temos aqui lideranças natas em diversas áreas e que muito somaram para que a cidade avançasse e chegasse aonde chegou. Ainda bem. No entanto, é preciso redescobrir essa identidade desbravadora para continuar a crescer e se desenvolver. Onde estão os novos “Jeans de Monlevade”?

“E afinal, que cidade estamos preparando para os próximos 200 anos?”

O momento é de reflexão sobre o que fazemos para a cidade em que vivemos e o que podemos colaborar para o seu desenvolvimento. Afinal, a cidade não pertence aos políticos, mas ao povo que nela vive, trabalha e sustenta. E apesar do clichê, é fato que quem sabe, faz a hora. Portanto, façamos nós um exercício de consciência moral sobre a cidade em que vivemos e a cidade que queremos. Jean de Monlevade deixou um continente, mudou sua história de vida e deixou um legado. Qual o legado que estamos preparando para o futuro?
Acreditamos que é possível sonhar mais, ousar mais, sair do quadrado e, na linguagem contemporânea, “pensar fora da caixa”, para encontrarmos o que, de fato, a cidade pode e merece. E afinal, que cidade estamos preparando para os próximos 200 anos?
LEIA TAMBÉM
 
Publicidade
31 3851-1791
Av. Rodrigues Alves, nº 78, República
João Monlevade/MG
NOTÍCIAS
OPINIÃO
OPINIÃO
SOCIAIS