Coxia
14 de setembro de 2018

Coxia 2435

Curioso

Não deixa de despertar curiosidade os apoios dos vereadores de João Monlevade a alguns candidatos a deputado federal nas eleições deste ano. A maioria esmagadora vai pedir votos para candidatos que não são da região e que, sequer, são dos seus partidos. A dúvida que paira no ar é sobre a ideologia e os critérios adotados para se estabelecer esses acordos. Coisas da política...

Fidelidade

E ainda chama a atenção o fato de muitos parlamentares apoiarem um ex-secretário do governo do petista Fernando Pimentel e serem da base da prefeita Simone Carvalho (PSDB). Nos bastidores, dizem que o marido da prefeita e principal articulador do grupo, Carlos Moreira, não gostou nem um pouco.

Aécio sobrou

Parece que o ex-governador Aécio Neves (PSDB) dançou em Monlevade e não vai receber apoio de ninguém do seu partido na cidade. Justamente ele, que sempre encontrou palanque no município, cabos eleitorais de peso e correligionários anos atrás. São as voltas que a política dá.

Pré-Campanha

Após as eleições deste ano, a votação em Monlevade dos deputados Tito Torres (PSDB) e Nozinho (PDT) pode revelar muito sobre o futuro político do município. A eleição de 2018 é praticamente uma pré-campanha para 2020, já que muitos pretensos candidatos abraçaram as candidaturas.

Duas caras

Em épocas de eleições, há cabos eleitorais tão fervorosos e entusiasmados, que podem ser vistos, na mesma semana, em dois eventos de candidatos diferentes que estão disputando o mesmo cargo. Isso é que é acender uma vela para o santo e outra para o diabo...

Carona

Segundo o vereador Revetrie Teixeira (MDB), um cachorro foi trazido de Belo Horizonte para Monlevade no ônibus da saúde, recentemente. Já no início dessa semana, segundo o parlamentar, outro cão foi transportado em carro oficial do Sésamo, enquanto paciente da saúde mental fica sem carro para atendimento. Polêmica para cachorro

Expulsa

Em folgada votação na última terça-feira (11), o Conselho Municipal de Saúde de João Monlevade destituiu do cargo a presidente da entidade, Carolina Gomes. Segundo a Mesa Diretora, a motivação foi por ela ter faltado em três reuniões consecutivas sem justificativa. Por 10 votos a 2, seu mandato foi cassado. Já Carolina foi categórica ao afirmar ao A Notícia que a decisão dos conselheiros não tem nenhuma validade, além de ser lamentável, arbitrária e ilegal.

Queda de braço

Ainda falando do Conselho, a Mesa Diretora afirmou que o Conselho Nacional de Saúde confirmou que as eleições da entidade em João Monlevade estão irregulares e que irá acionar o Ministério Público Federal sobre o caso. Já o governo municipal alega que não há nenhuma ilegalidade e que, se existem, essas devem ser comprovadas. Que essa nítida queda de braço não reflita negativamente no atendimento de saúde à população.