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08 de Agosto de 2020
Itabira adota Minas Consciente e permite reabertura de bares e restaurantes
Monlevade não aderiu e Prefeitura diz que vai avaliar

A Prefeitura de Itabira anunciou nesta sexta-feira (7) que o município aderiu ao programa Minas Consciente, do governo do estado. A decisão foi anunciada pelo prefeito Ronaldo Magalhães (PTB) em entrevista coletiva concedida na sede do Corpo de Bombeiros Militar, no bairro Amazonas. A nova fase da reabertura entra em vigor na próxima segunda-feira (10).

Magalhães justificou sua decisão: “Definimos esta semana, depois de várias conversas com o Governo do Estado, que teríamos que mudar nosso rumo de participação no combate ao novo coronavírus. Assim, entramos no Minas Consciente. Hoje, o Estado entende que temos que trabalhar junto com nossa microrregião de saúde, pois, assim, teremos uma participação mais efetiva dos municípios e um controle melhor sobre a situação”

O programa do governo estadual padroniza as medidas de retomada da atividade econômica após a quarentena. Itabira está na onda amarela, que permite o funcionamento de bares e restaurantes com consumo no local, auto-escolas, salões de beleza, papelarias, livrarias, imobiliárias, hotéis, joalherias e lojas de roupas, calçados, tecidos, móveis, brinquedos, entre outras.

Permanecem fechadas, no entanto, as academias de ginástica, os salões de festas, os estúdios de tatuagem, os clubes e as salas de cinema. Estes estabelecimentos somente são permitidos na próxima fase do programa, a onda verde. Para entrar nesse estágio, Itabira precisa ficar por 28 dias na onda amarela, com seus indicadores estáveis e sem retroceder para ondas inferiores.

Monlevade ainda não aderiu

João Monlevade não aderiu ao programa Minas Consciente, mas sim à deliberação 17 do governo de Minas Gerais, um protocolo alternativo facultado aos municípios. Ao A Notícia, o Executivo monlevadense afirmou que “vai avaliar se vale a pena ou não aderir ao Minas Consciente ou permanecer na Deliberação 17, que é o que o município está no momento. Vai avaliar a questão da saúde e a questão econômica pra tomar decisão. É uma análise para ver qual dos dois é mais vantajoso para a cidade, nos dois aspectos, tendo como base o equilíbrio entre a saúde e a economia”.