Geral
13 de março de 2018

Movimento de Moradia Popular exige prefeita e se recusa a sair da Prefeitura

Integrantes do Movimento de Moradia Popular , liderado pelo seu presidente Antônio Batista “Contrapino” Miranda, estão dentro do auditório da Prefeitura e se recusam a sair. Na tarde desta terça-feira (13), eles se reuniriam com a prefeita Simone Carvalho. No entanto, pela terceira vez, a chefe do Executivo não os recebeu.
A Procuradora Jurídica do Município, Racibia de Moura conversou com eles, assim como o assessor da Secretaria de Planejamento, Eduardo Bastos. Mas o grupo exige falar com a prefeita e afirma que so deixa o prédio apos conversar com ela.O grupo reivindica da prefeita, respostas quanto à regularização referentes à documentação de suas propriedades. Eles estavam acompanhados do vereador do PT, Gentil Bicalho.
Segundo o assessor de Comunicação, Will Jony Gomes Nogueira, a Polícia Militar está no local e argumenta que eles não podem permanecer em patrimônio público após o encerramento do expediente. No entanto, o grupo está irredutível. Ainda segundo o assessor, a prefeita se dispôs a conversar na próxima semana. O grupo quer que o município pague as escrituras das cerca de 700 casas, às quais foram reconhecidas como de suas propriedades. "Cada escritura custa cerca de R$1300,00 e o município, no momento de queda de arrecadação e de reconstrução de vias destruídas pelas chuvas, não pode arcar com essa despesa. É importante frisar que, por enquanto, ninguém vai tomar as casas deles por falta desse documento", disse o assessor.

Desocupação
Ainda na noite desta terça feira, após reunião entre representantes da Prefeitura, do Movimento de Moradia Popular e da Polícia Militar, os manifestantes concordaram em deixar o prédio da Prefeitura. Ficou agendada uma nova reunião para a próxima quarta-feira (21) com a presença da prefeita Simone Carvalho (PSDB). (Atualizada às 22h25).