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13 de outubro de 2017
Artista monlevadense participa da mostra “Aparecida 300 anos”
Divulgação
Joel Paschoa apresenta trabalhos na mostra em homenagem à Padroeira do Brasil
O artista monlevadense Joel Paschoa participa com três trabalhos da Exposição “Aparecida 300 Anos”, mostra em homenagem à padroeira do Brasil, cujo tricentenário da aparição é celebrado em 2017 e teve seu ápice ontem (12), dia de Nossa Senhora Aparecida. A exposição está no Centro de Arte Popular – Cemig, em Belo Horizonte e reúne acervo de 200 obras de artistas plásticos vindos de diversas regiões do país, como Minas Gerais, Goiás, Maranhão, Piauí, Rio de Janeiro e São Paulo. Todos eles evocam a figura de Nossa Senhora Aparecida, seja através da pintura, escultura, gravura, desenho, cerâmica, bordado, dentre outras técnicas. A curadoria é de Tadeu Bandeira.
Segundo Joel Paschoa, as peças dele fazem parte da proposta de trabalho “barroco revisitado”, série que reúne pesquisas e obras feitas por ele e que retomam a estética seiscentista. A exposição tem o apoio da Secretaria Extraordinária de Desenvolvimento Integrado e Fóruns Regionais e foi aberta nesta quarta-feira (10) por Dom Geovane Luiz da Silva, representando Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, acompanhado do secretário de Estado de Cultura, Angelo Oswaldo. Os trabalhos ficam expostos até 7 de janeiro de 2018, com entrada franca.
A imagem de Aparecida é um ícone onipresente na vida brasileira. Declarada rainha e padroeira do Brasil, a pequena imagem de Nossa Senhora da Conceição apareceu no rio Paraíba do Sul, há exatos 300 anos, achada por três pescadores. Por toda parte, o tricentenário é festejado. A presença desse símbolo suplanta o espaço religioso e frequenta os recônditos da cultura popular.
Além das obras de artistas plásticos, a exposição traz um enorme conjunto de objetos de devoção: santos de gesso, oratórios, escapulários, terços, chaveiros, bottons, pratos, castiçais, caixinhas, vidros de água benta, dentre infindáveis suvenires alusivos à santa padroeira do Brasil. Diante de todas essas peças artísticas e devocionais, o espectador é convidado a refletir sobre a imagem da santa negra que, ao longo de três séculos, constitui símbolo de fé e esperança para o brasileiro.
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