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20 de abril de 2017
Amig diz que mineração não garante empregos
Reprodução/Internet
Imagem ilustrativa
Um estudo da Amig aponta, ainda, que a atividade de mineração não garante empregabilidade da população e acarreta diversos impactos sociais nos municípios, pois centenas de pessoas migram para as cidades mineradoras visando encontrar oportunidades de trabalho e melhores condições de vida e quando acaba o período de implantação ou até mesmo do ciclo de mineração nos municípios, essa demanda permanece de forma definitiva nas cidades, o que impacta nos cofres públicos municipais e na sociedade local.
Segundo o presidente da Amig, Vitor Penido (DEM) - também prefeito de uma das principais cidades mineradoras do estado, Nova Lima - ao longo dos anos o setor de mineração diminuiu os empregos por adotar sistemas automatizados e com soluções de logística que demandam menos força de trabalho. “Produzimos minério cada vez em maior escala, mas isso não garante um incremento no número de vagas de trabalho, o que prejudica diretamente o desempenho econômico do país, pois, assim, a população possui menos recursos para consumir e poupar”, diz presidente.
Para o presidente da Amig, o aumento das alíquotas é essencial para compensar as grandes perdas sofridas pelos municípios diante da atividade exploratória. Segundo ele, a associação cansou de esperar pela aprovação do novo código. “Esse projeto se arrasta há anos, apesar de ser fundamental para várias cidades brasileiras, que sofrem com o impacto da mineração e não conseguem ser remuneradas pela exploração de uma riqueza que lhes pertence”, afirma Penido. (Com informações do Estado de Minas).
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