Desde 1984
Geral
14 de maio de 2019
Morte em Monlevade: Família de Giselda contesta diagnóstico de H1N1
Arquivo Jan
Informação foi dada pela Prefeitura de João Monlevade


A família de Giselda dos Santos, que morreu semana passada, contesta a informação da Prefeitura de João Monlevade de que ela faleceu de gripe H1N1. Após publicação da matéria no site do jornal A Notícia, a partir de informações obtidas com o assessor de Comunicação Will Jony Gomes Nogueira, na tarde de sexta-feira (3), familiares procuraram a redação do jornal e as redes sociais do jornal para negar que a causa da morte tenha sido H1N1.
Na semana passada, o Hospital Margarida também confirmou que dois pacientes passaram pela casa de saúde com sintomas da doença. No entanto, como informações de doenças infecciosas só podem ser repassadas pela Vigilância em Saúde, a Prefeitura foi consultada a respeito e confirmou a morte de Giselda pela doença.

Já na manhã desta terça-feira (14), o assessor de Comunicação entrou em contato com o jornal afirmando que ia verificar a informação com a secretária de saúde do município, Andrea Peixoto. “Vou verificar porque a situação pode não ter sido essa”, disse Will Jony, que já havia confirmado a informação em sua sala, ao editor e ao repórter do jornal A Notícia, no fim da tarde de sexta-feira.

Ainda na manhã de terça-feira (14), Will Jony enviou nota ao A Notícia, sobre a morte de Giselda. "Segundo a secretária municipal de Saúde, Andrea Peixoto, a vítima teve o H1N1, mas não faleceu em decorrência da doença, mas, sim, em decorrência de uma infecção generalizada".

Giselda era moradora do bairro de Lourdes e ficou internada no Hospital Margarida por 16 dias. Ela havia feito aniversário no dia anterior ao seu falecimento e era muito conhecida na cidade, pela sua participação na ONG Cãopanhia do Bem, que dá atenção a animais abandonados. Sua morte causou comoção e muitas manifestações em redes sociais.